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Archive for the ‘Tecnologias’ Category

Como postar vídeos no WordPress

29 jul

1° PASSO VÁ EM HTML NA CAIXA DE NOVO POST

2° LA VOCÊ COLA O ENDEREÇO DO VÍDEO

3° ANTES E DEPOIS DO ENDEREÇO VOCÊ COLOCA O CODIGO IGUAL A ESSE :

4° <VÍDEO>

5° VAI FICA ASSIM

6°<VIDEO>HTTP://ENDEREÇO.DO.VÍDEO.COM/<VÍDEO>

7° PUBLICAR

FIM BOA  POSTAGEM ESPERO TER AJUDADO

ABAIXO COLOQUEI OS CODIGOS PARA POSTAR UM VIDEO TESTE:

 

Como produzir software “coxa”

15 fev

Recebi hoje por email um texto retirado de um post do blog http://gc.blog.br, não preciso fazer nem comentários, o texto é fantástico. Segue parte do texto:

A história que você lerá a seguir é uma dramatização do que acontece diariamente no mundo do desenvolvimento de software carinhosamente entitulada Como desenvolver software “coxa”.

Imagine uma empresa que está com necessidades de desenvolver um software. E imagine também que esta empresa (cliente) contratou uma empresa de 3 letras para fazer o trabalho.

Então, o projeto começa com a empresa contratada fazendo uma análise extensa do que será desenvolvido. Caso você não saiba, estas empresas te fazem acreditar que o RUP tem uma fase de análise antes de tudo, quando isso na verdade caracteriza um processo de desenvolvimento waterfall que é bem diferente do processo de desenvolvimento iterativo do RUP.

Depois de analisar exaustivamente tudo que precisa ser feito, eles acham que sabem tudo que o cliente precisa e com isso acham que sabem exatamente quanto tempo irá levar. Baseado nisso é estipulado um prazo de entrega do software para o cliente, assim como é estipulado um preço fixo para o trabalho.

Fechado o contrato, o projeto é iniciado. E quando começa o projeto sempre acontece a mesma coisa: a equipe de desenvolvimento começa a descobrir que certas coisas não são tão simples quanto pareciam ser. A equipe se depara com vários problemas que não haviam aparecido na fase de análise e cada vez fica mais chocada com a quantidade de coisas novas que vão surgindo. Nesse momento a equipe percebe que o projeto, que estimou-se que precisaria de 4 meses para ser desenvolvido, na verdade precisa de 8 meses para ser desenvolvido!

Então alguém surge com a brilhante idéia de contratar mais pessoas para a equipe. Afinal de contas, da mesma forma que nove grávidas conseguem parir um filho em um mês, 20 desenvolvedores conseguem fazer na metade do tempo o trabalho que 10 fariam – parece perfeito!

Mas espera aí, o preço já está combinado com o cliente desde o início. Então contratar mais pessoas é a maior furada, porque o cliente não pagará nada a mais por isso e se o custo do projeto for maior a empresa não terá lucro. Pior ainda, a empresa pode ter prejuízo! Neste momento a empresa decide comuncar ao cliente que o projeto terá que atrasar.

Quando a empresa vai dar a notícia para o cliente o cara normalmente quer matar o gerente do projeto, quer se matar, ou OS DOIS (depende do tamanho do projeto)! Afinal de contas ele pagou 50% adiantado e quer logo o retorno do seu investimento. Se o projeto ia demorar 4 meses e agora vai demorar 8, significa que todo o seu planejamento financeiro e de retorno de investimento do software foram por água a baixo. Nesse momento o cliente bate na mesa com força e diz: “se virem, eu não quero nem saber como vocês vão fazer mas eu quero o meu software na data combinada!”.

Exatamente neste momento foi parido um software “coxa”!

Vou explicar fazendo uma analogia: qualquer criança de 10 anos sabe que não existe “bom, bonito e barato”. Ou é bom, bonito e CARO; ou é RUIM, bonito e barato; ou é bom, FEIO e barato. Não tem jeito, é assim que funciona, não é possível ter tudo ao mesmo tempo.

Com software funciona exatamente da mesma forma. Só o que muda são as dimensões: qualidade, tempo e custo. Da mesma maneira que não existe nada bom, bonito e barato, não existe software “bom, desenvolvido rápido e barato”. Ou é bom, desenvolvido rápido e CARO; ou é bom, DESENVOLVIDO EM MUITO TEMPO e barato; ou é RUIM, desenvolvido rápido e barato.

No caso deste projeto repare que duas das dimensões do software não podem ser alteradas: preço (porque já foi combinado com o cliente e está em contrato) e tempo (porque a data de entrega já está estipulada). Sendo assim, como não dá para ter tudo ao mesmo tempo, a qualidade vai para o brejo. Neste momento é que vem a ordem do gerente de projeto: “gente, faz qualquer coisa aí, o importante é entregar o que foi combinado com o cliente, não importa como, faz tudo nas coxas mesmo!!”. E mais um software “coxa” será entregue.

Se eu contar os softwares “coxa” que eu já ví por aí ninguém acredita. O mais bizarro deles e que não poderia deixar de ser citado tinha o seguinte código na tela de autenticação (PHP):

if (($_REQUEST["login"]  == "admin") && ($_REQUEST["senha"]  == "1234")) {
    header("Location: index_autenticado.php");
} else {
    header("Location: index.php?mensagem=Login%20invalido");
}

No final das contas, quando o projeto é entregue, o cliente vê as telinhas e se as telinhas estiverem aparecendo e estiverem no mínimo bonitinhas ele vai dar pulos de alegria! Eventualmente até irá contratar a empresa para outro projeto ou indicar para amigos e outros projetos dentro da sua empresa. Por baixo dos panos existe esse monte de lixo, mais ou menos como um vulcão que pode entrar em erupção a qualquer momento causando efeitos devatadores! Deixa só alguém pedir para trocar a senha do sistema para ver o que vai acontecer…

Para mim é claro como água: não adianta querer prever tudo que acontecerá no projeto e pré-fixar datas e valores. É receita certa para fazer lixo. Já está mais do que provado que não funciona, porque insistir no mesmo erro?

Se você que está lendo se identificou com a história (o que não é nem um pouco difícil), sugiro fortemente que você leia sobre um modelo de contrato de desenvolvimento de software proposto pelo XP que muito me agrada: o Contrato de Escopo Negociável. O artigo é bem grande mas vale apena ler até o final! Você vai perceber que as coisas não precisam ser assim tão tristes nos projetos de desenvolvimento do software.

Fonte: http://gc.blog.br

No final das contas, quando o projeto é entregue, o cliente vê as telinhas e se as telinhas estiverem aparecendo e estiverem no mínimo bonitinhas ele vai dar pulos de alegria! Eventualmente até irá contratar a empresa para outro projeto ou indicar para amigos e outros projetos dentro da sua empresa. Por baixo dos panos existe esse monte de lixo, mais ou menos como um vulcão que pode entrar em erupção a qualquer momento causando efeitos devatadores! Deixa só alguém pedir para trocar a senha do sistema para ver o que vai acontecer…

Para mim é claro como água: não adianta querer prever tudo que acontecerá no projeto e pré-fixar datas e valores. É receita certa para fazer lixo. Já está mais do que provado que não funciona, porque insistir no mesmo erro?

Se você que está lendo se identificou com a história (o que não é nem um pouco difícil), sugiro fortemente que você leia sobre um modelo de contrato de desenvolvimento de software proposto pelo XP que muito me agrada: o Contrato de Escopo Negociável. O artigo é bem grande mas vale apena ler até o final! Você vai perceber que as coisas não precisam ser assim tão tristes nos projetos de desenvolvimento do software.

 

Big Brother corporativo

03 set

Softwares para monitorar os funcionários
Por Wilson Gotardello Filho

Algumas empresas utilizam softwares de monitoramento para controlar o que os funcionários fazem durante o expediente.1113768705010109071456 O escritório de contabilidade Alconfoz, de Foz do Iguaçu, por exemplo, instalou um software de monitoramento há um ano e conseguiu um aumento de 80% na produtividade. Segundo Laurismar Devilla, sócio do escritório, os atrasos nos prazos estipulados ficaram cada vez mais raros.

Confira algumas opções de software para quem quer montar o próprio Big Brother corporativo:

Setrion: R$ 79,00 a licença permanente
LCN Tecnologia: R$ 180 por servidor e mais R$ 30 por computador
BR Monitor: a licença vitalícia sai por R$ 69 cada computador, com descontos progressivos a partir do segundo usuário
Iquest: O custo varia de acordo com horas técnicas. Para uma empresa com um servidor e quatro computadores, por exemplo, seriam necessárias sete horas técnicas, a R$ 69 cada, por mês

Materia exibida 24/07/2009 pela www.revistapegn.globo.com (site oficial)

 

Aumente a capacidade do seu Wi-Fi e file net a vontade

02 set

 

hfieldwifire

Wi-Fire é um novo aparelho criado pela hField e que promete aumentar e muito o sinal Wi-Fi do seu computador.

Este aparelho tem a capacidade de multiplicar o sinal Wi-Fi para até 1000 pés (algo em torno de 300 metros) de distância. O Wi-Fire usa uma antena direcional poderosa, um receptor altamente sensível e um próprio software para encontrar e realçar os sinais Wi-Fi normais. Com ele você pode se conectar a Internet mais rapidamente e com um sinal mais forte do que um adaptador wireless interno pode conseguir.

O aparelho custa 80 dólares, o que não me parece muito pelo que ele promete, principalmente se você vive com problemas com a conexão wireless que costuma usar.

www.hfield.com (site oficial).

 

Estudar em Harvard?

31 ago

harward

Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.

Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.

O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras? Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo “Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?”. Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo “Quem descobriu o Brasil?”.

Harvard queria justamente o contrário. Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida.

Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular.

Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível.

“Professor, qual é a pergunta?”, perguntavam-me. E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: “Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?”.

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.

Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.

Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês. Nem vai lhe pedir para resolver “4/2 = ?”. Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.

Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área. Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas.

Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão. Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje. O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.

Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não demora muito a ser encontrada.

Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Editora Abril, Revista Veja, edição 1898, ano 38, nº 13, 30 de março de 2005, página 18